sexta-feira, 20 de maio de 2016

As Lágrimas da Santíssima Virgem .( Artigo enviado á Albendín - Córdoba - Espanha)

As Lágrimas podem ter alguma consolação, considerando a extremada dor da Santíssima Virgem, cuja espada de dor trespassou Sua Alma, no lastimoso Sacrifício de Seu Filho ? Como satisfazer tal pergunta, se o silêncio volta-se para dentro de nós, como um mar amargo, coberto de luto, banhando nossos medos ? Esta dor hoje revelada, pelo dilúvio incompreensível de nossas próprias dores, não se compara em nada ás dores da Santíssima Virgem, nem se assemelha as nossas ausências ,ás ausências sentidas por Ela perante o Silêncio do Calvário. As penas que nos consiste, devido as nossas ausências, é tudo o que acontece neste mundo, coisas cruéis e tristes, que ainda que não queridas por Deus, são permitidas por Ele, para que aprendamos a transformá-las em coisas boas. A Virgem soube, desta maneira, extrair coisas boas de todo o Seu Sofrimento, de todas as Suas Lágrimas, Ao vislumbrarmos as Dores da Santíssima Senhora, vislumbramos as dores da humanidade, que assiste, trespassada, o Calvário de seus dias, chorosa e silenciosa, martirizada pelo silêncio, inundada por perguntas sem respostas. As Lágrimas da Virgem nos leva a refletir sobre tudo isso, sobre tudo aquilo que a humanidade está passando, sobre a falta de comprometimento, de solidariedade e de amor, do conformismo e da ausência humana perante Deus. As Lágrimas da Virgem, engendradas ás Lágrimas de Seu Filho ma Paixão, que foram oferecidas á Eles nos mistérios dos Reis do Oriente, como um feixe de Mirra, que transformada em sarça, era o que assim ardia e se consumia. O que fora representada com tanta propriedade, toda de espinhos, toda de dores, tirando-Lhe a vida do Seu Filho, fora a a maior continuação do Seu Sentimento, conservando-A viva, para que o fogo do amor imortal de Cristo pudesse amenizar os Seus tormentos. Aquelas Dores, transformadas em Lágrimas, puseram a maior e mais angustiada alma no ápice da morte, alma que não podia sofrer a vida, tão fechada que não podia declarar as palavras transmitidas pelos olhos da Sua Piedosa Imagem de Mãe; Mãe viva, mas sem vida, e morta sem poder morrer. Levado por este pensamento, com os olhos neste mesmo instante, considerando os extremos da dor, onde as espadas trespassam a alma da Mãe de Deus, perguntemos a todos que passam pelo caminho da vida, perguntemos se há dor igual a dor da Mãe da humanidade. “O vos omnes que transistis per viam, attendite, ET videte si est dolor sicut dolor meus.” ( José Carlos Lambert de Souza – 2015/2016) Las lágrimas de la Santísima Virgen. Las lágrimas pueden tener algún consuelo, teniendo en cuenta la extrema dolor de la Santísima Virgen, cuya espada de dolor le atravesó el alma, en el sacrificio penoso de su Hijo? ¿Cómo responder a una pregunta, el silencio se convierte en nosotros como un mar amargo, cubiertos de luto, bañando nuestros miedos? Este dolor reveló hoy la inundación incomprensible de nuestro propio dolor, no se puede comparar a todos los pesares del as de la Santísima Virgen, ni se parece a nuestras ausencias, ausencias ACE sentían por ella ante el silencio del Calvario. Las plumas que se debe a nuestra ausencia, es todo lo que sucede en este mundo, cosas crueles y tristes, pero no querida por Dios, son permitidos por Él, para que aprendamos a convertirlos en cosas buenas. La Virgen sabía de esta manera para dibujar las cosas buenas de todo su sufrimiento, de todas sus lágrimas, Vislumbrarmos a los Dolores de la Santísima Virgen, que vislumbran el dolor de la humanidad, mirando, paralizado, el calvario de su vida, entre lágrimas y en silencio, atormentado por el silencio, inundado de preguntas sin respuesta. La Virgen de las Lágrimas nos lleva a reflexionar sobre todo esto, sobre todo lo que la humanidad va, por la falta de compromiso, la solidaridad y el amor, el conformismo y la ausencia de humana delante de Dios. Lágrimas de la Virgen, engendraron ace tus lágrimas Hijo pasión ma, que se les ofrece en los misterios de los Reyes de Oriente, como un haz de mirra, que se convirtió en un arbusto, que estaba tan quemado y consumido. ¿Qué había estado representada en dicha propiedad, todas las espinas, todo el dolor, teniendo Su vida de su Hijo, fuera aa una mayor continuidad de su sentimiento, manteniendo los vivos, por lo que el fuego del amor inmortal de Cristo podría mitigar el sus tormentos. Esos Dolores, se convirtieron en lágrimas, ponen el alma más grande y más angustiada sobre la muerte del alma vértice que no podía sufrir la vida, tan cerca que no podía declarar las palabras transmitidas a través de los ojos de su imagen piadosa madre; Madre viva pero sin vida, muerto y no puede morir. Impulsado por este pensamiento, con los ojos en este mismo momento, teniendo en cuenta el dolor extremo, donde las espadas perforan el alma de la Madre de Dios, piden a todos a pasar por el camino de la vida, pregunte si hay dolor como el dolor de la Madre de la humanidad . "Las vos omnes que transistis por sierra, attendite, ET videte que dolor est sicut mi dolor." (José Carlos Lambert de Souza 2015 - 2016)

Señora de Los Dolores

Santíssima Senhora de Albendín das Dores Venerada, És a Esperança de um povo, que se emociona com a sua chegada. Mãe daqueles que sofrem, que padecem perante a vida, Seja para sempre nosso consolo, agora e na hora de nossa partida.. Teu semblante, sereno apesar da dor, Nos revela sua origem divina, Pois apesar de ter nascido humana, És de Deus a Escolhida... Abençoa o teu povo suplicante, Que a Ti sempre recorrem, Ouvi as preces e os clamores Daqueles que tanto sofrem. Intercedei pelos doentes, Pelas Mães e parturientes, Velai pelos idosos e por Toda a nossa gente. Senhora Mãe dos povos, Por Albendín Coroada, Seja a Luz a nos guiar, Pela vida, em nossa jornada. E na hora derradeira Quando o medo nos assombrar Nos ampare com o Teu Manto, Nos conceda o Teu Olhar. Faz-nos adormecer No aconchego do Teu colo, sonhando com a nova vida, No Glorioso Amanhecer. ( José Carlos Lambert de Souza – Brasil, 12 de Março de 2015) SEÑORA DE LOS DOLORES Santísima Señora de Albendín de los Dolores venerada es la esperanza de un pueblo que se emociona con su llegada. Madre de aquellos que sufren, que padecen ante la vida, Sea siempre nuestro consuelo, ahora y en nuestra partida. Tu semblante, sereno a pesar del dolor, nos revela tu estirpe divina, pues a pesar de ser humana eres de Dios la Elegida. Bendice a tu pueblo suplicante que a Ti siempre recurren, escucha las oraciones y los clamores de aquellos que tanto sufren. Intercede por los enfermos, por las madres y parturientas, vela por los ancianos y toda nuestra parentela. Señora Madre de los pueblos por Albendín coronada sea tu Luz la que nos guíe por la vida, en cada jornada. En nuestra última hora cuando el miedo nos acorrale ampáranos con Tu Manto concédenos poder mirarte. En el calor de Tu Regazo haznos adormecer, soñando con una nueva vida en un Glorioso Amanecer. (José Carlos Lambert de Souza) Brasil, 12 de marzo de 2015

Santa Maria de Albendín

No hay manera de describir sin haber estado allí, Como un sueño diseñado por los ángeles, Albendín hay! Entre colinas y olivos, Entre los encantos naturales, Se destaca humilde y arrogante La madre de sus antepasados! Casa de la Santísima Virgen, Reina de un pueblo feliz, Cantando y, a veces llora, En el calor de la Matriz. Casa de la Santísima Virgen, Reina de un pueblo feliz, Cantando y, a veces llora, En el calor de la Matriz. (José Carlos de Souza Lambert - Brasil - 6 de marzo de 2015)

Refletindo as Dores de Maria ( Mensagem enviada á Albendín, Quaresma de 2015)

Maria, a mãe do Salvador, foi, sem dúvida, a pessoa que mais participou da paixão e morte do Senhor. Ela ouviu cada uma de suas palavras na Cruz. Ele, por sua vez, olha para a mãe com compaixão. Ela está em pé aos pés da Cruz e com dor profunda esteve atenta à agonia do seu Filho. O Redentor confia sua mãe ao discípulo e dá-la como mãe. Nesse momento, a maternidade de Maria atinge cada um de nós. Aos pés da Cruz é que o homem conhece a Mãe da Humanidade, Maria! “E daquela hora o discípulo a levou para sua casa” (Jo 19,27). Esse discípulo, por sua vez, assume o papel de filho, e, certamente, tem como resposta um amor de mãe. A liturgia da Semana Santa celebra Nossa Senhora das Dores, segundo algumas tradições, as pessoas se reúnem para fazer reparações ao coração de Maria ,pois , a dor da Virgem foi sempre tida desde o início da Igreja como grande fonte de piedade mariana. Recorda-nos o texto bíblico quando Simeão diz a ela: “uma espada transpassará a sua alma” (Lc 2, 34-35). Espada penetrante que Maria sofrerá. Dolorosa espada que será símbolo do caminho da Virgem, e que mais tarde a piedade tomará como sinal plástico das dores sofridas pela mãe do Redentor. A jornada de fé de Maria foi acompanhada pela dor: a fuga para o Egito (Mt 2, 13-14); o caso da perda do seu Filho no caminho de Jerusalém e a busca ansiosa para reencontrá-Lo (Lc 2, 43ss) são alguns exemplos, mas é evidente que na Cruz encontramos o cume desse caminho de sofrimento e dores. Devido a esta participação plena e amorosa, Maria torna-se para nós mãe na ordem da graça. Maria também expressa o modelo de perfeita união com Jesus na cruz. Ficar perto da cruz é uma tarefa desafiadora para ela e para todos os cristãos, que exige se alegrar com os que se alegram (Rm 12,15) e chorar com os que choram (Jo 19,25), como nos ensina a palavra de Deus. A perfeita participação de Maria na paixão de Cristo, é o centro de toda liturgia mariana e de nossa vida. Com a sua paixão, Cristo quer libertar o homem, apontando-lhe o caminho, compartilhando com esse mesmo homem as alegrias e sofrimentos, a morte e a vida. Esta paixão, porém, não é um fim em si mesmo, mas é para a vida: “Se o grão de trigo não cair na terra e não morrer, ele fica só, mas se morre, produz muito fruto” (Jo 12, 24), e a vida é interminável: “Nós sofremos com Ele para sermos também glorificados (II Tm 2,11). Esta é a tensão escatológica da vida de cada existência cristã, tal como foi também para Maria, sendo para ela antecipada a glorificação. E esta esperança é que deve sustentar a Igreja. A dor de Maria foi o culminar de um longo sofrimento, permeado pelo silêncio. O seu olhar foi um olhar consolador de todas as dores. E ela se torna, para nós, uma peregrina terrena do sofrimento humano. Maria é aquela que sempre permaneceu fiel, humilde e amorosa em meio à humilhação, ela que tida como a mãe de um executado na cruz. Assim, ela se associa imensamente à redenção de seu Filho. Maria foi ouvida na dor de seu Filho quando, mesmo pregado na cruz e com extremo sofrimento, lembra-se dela, entregando-a ao discípulo amado. A Igreja a invoca com vários títulos, mas aqui nós a veneramos na experiência do sofrimento. Com esta invocação, todos aqueles que passam pelas dores podem contemplar no cume do Gólgota a cruz com Cristo e Maria aos seus pés. Ao mesmo tempo em que estamos unidos a ela também experimentamos a sua proximidade para nos compreender nas nossas aflições. Há aqui uma enorme solidariedade do lamento humano da dor. Maria Santíssima, Nossa Senhora das Dores, rogai por todos nós, especialmente por aqueles que são testados pela dor e pelo sofrimento, pela doença e pela falta de dignidade para viver! Lembrai-vos de nós, ó piíssima Virgem Maria, pois nunca se ouviu dizer que pedindo à mãe o filho não atenda. Que nestes dias da Quaresma, quando nos preparamos para a Páscoa, quando vemos tantos e tantos de nossos irmãos e irmãs sofrendo desilusão, remorso, uma chaga de alma, eles possam sentir o amparo de nossa querida mãe, o mesmo consolo e coragem manifestada no alto do Calvário. Que eles possam sentir logo a alegria da ressurreição e da glorificação experimentada com os apóstolos reunidos no cenáculo. Deo Gratias Et Mariae ! José Carlos Lambert de Souza - Brasil

Para os Amigos de Albendín

Prezados Amigos de Albendín, Esta é a noite de uma comunidade. Uma grande comunidade. E uma comunidade é feita de pessoas, que guardam entre si o sentimento de compartilharem algo importante em suas vidas. Não apenas aqueles que ainda aqui estão, mas também todos aqueles que por aqui passaram, e que continuam de coração ou nas lembranças do coração,fazendo parte desta comunidade, relembrando a alegria de que todos juntos, construíram esta comunidade que tem uma trajetória muito bonita para contar. Antes de mais nada, desejo saudá-los com alegria por serem uma família motivada e unida. Unida em torno de objetivos comuns que são bastante raros hoje em dia. Unidos em torno de uma Mãe, Maria Santíssima ! Saudá-los pela responsabilidade que vem do verdadeiro papel humano e devocional, ajudando a transformar as pessoas e em pessoas de bem ! A confiança no futuro meus amigos, está baseada principalmente na convicção de que poderão continuar contando com pessoas de bem – principalmente porque possuem a consciência de que só chegaram aqui graças à harmonia da comunidade e do trabalho cooperativo. E sabem que os novos que estão chegando e os sucederão, saberão continuar por esta mesma trilha. Esta Celebração Eucarística, reunindo toda a comunidade, reflete bem esta trajetória. Aqui estão vocês, todos juntos, confraternizando, porque sabem que cada um teve e tem um papel relevante, e que o sucesso de tudo é resultado da contribuição de cada um e da união de todos. Esta é, portanto, uma Celebração, uma confraternização para Homenagear as pessoas que construíram e estão construindo esta comunidade – vocês! Para finalizar, quero agradecer meus queridos amigos Inmaculada , Juan e familia pelo carinho e pelo acolhimento que deram a um desconhecido como eu, permitindo hoje chamá -los de amigos. Um agradecimento especial ao Reverendíssimo Padre Ronaldo por transmitir minhas palavras a vocês. E é necessário Agradecer de todo Coração, e acima de tudo , a Santíssima Virgem, que me inspirou aqui no Brasil a encontrar, através da Devoção a Suas Dores, aí em Albendín, pessoas, que mesmo não conhecendo pessoalmente, despertaram em mim um sentimento de Familiaridade, de Acolhimento, Confiabilidade, Amizade e Carinho ! Que a Santíssima Virgem Abençoe a cada um de vocês, suas famílias e a sua Comunidade ! Que haja muita Paz, Saúde e Fartura... Deo Gratias Et Mariae ! José Carlos Lambert de Souza Paraty, Brasil, 07 de Março de 2015

Saudação á Hermandad de Nuestra Señora De Los Dolores de Albendín, Córdoba, Espanha

Com grande satisfação,envio as Irmãos de Albendín e especialmente á Hermandad de Nuestra Señora de Los Dolores minha cordial Saudação.Esta Saudação se caracteriza como um ato de amizade e de devoção a Nossa Senhora .São milhares de amigos e devotos, que se reúnem e peregrinam para este lugar abençoado( de Albendín), pela imagem milagrosa de Nuestra Senhora. Vocês manifestam seu afeto filial à Virgem Maria, trazendo-lhe suas necessidades, angústias e gratidão. Mas, guiados sobretudo pela esperança, para fortalecer a fé e alimentar a caridade. Meu coração se faz também um romeiro de Nuestra Señora de Los Dolores de Albendín e com vocês e com todas as outras Irmandades, me sinto confirmado na verdade da fé por Aquele que Reina acima de todos, que nos guia a todos, com amor e doçura, nos caminhos árduos de nossas vidas. Ser Irmandade é um importante “ícone” religioso mundial . Confiem a Nossa Senhora o grande acontecimento dos próximos dias da Quaresma para que junto a Ela possamos Comemorar a Alegria da Páscoa. Todos nós nos unimos a estas Celebrações, para que o encontro dos Povos se fortaleça na fé e no amor a Jesus Cristo, suscitando em todos nós o ardor missionário da Paz e da Solidariedade. No início da celebração da Quaresma, em meu nome e em nome dos devotos de Nossa Senhora das Dores de Paraty e de nossa Irmandade, entrego a Vocês Irmãos nossas mãos estendidas e nosso coração totalmente abertos... Peço a Nossa Senhora das Dores e das Alegrias, que acompanhe e abençoe o Vosso Povo e as Vossas Irmandades. Desejo também que o pensamento, o afeto, a amizade e, sobretudo as Orações acompanhem nossas Nações, para que, justas e fraternas, se desenvolvam sempre na paz. Que Deus Acompanhe e Ilumine nossa Missão, para que possamos testemunhar dia a dia, honrando sempre os Santíssimos Nomes de Jesus e Maria na nossa história de fé, e avancemos, em meio aos desafios presentes, confiantes na presença e na proteção divina e na maternal intercessão de Nossa Senhora das Dores. Deo Gratias Et Mariae ! Abraços, José Carlos Lambert de Souza (Provedor da Igreja de Nossa Senhora das Dores de Paraty – RJ- Brasil) Paraty – 12 de Fevereiro de 2014

Mensagem de Páscoa para a Cidade de Albendín, Córdoba, Espanha - 2015

El partido se celebra en breve, la Santa Pascua, es no sólo una tradición o costumbre, es la fiesta de las fiestas, el panegírico del amor y, por tanto, la confirmación irrefutable de la victoria de Dios sobre el dominio de la muerte y el odio. Pascua es el paso de la muerte a la vida sin límites, la angustia a la alegría, de la cautividad a la liberación plena, el dominio temporal de la oscuridad en el reino eterno de Dios y por lo tanto la caída resentimiento al amor de la perfección. De hecho, todo el hombre y toda la creación se regeneran, recreado, con vida, porque sus límites creaturales se reconfiguran de acuerdo con el paradigma de Jesús muerto y resucitado. Ahora, el miedo y la desesperación del hombre frente a la muerte y sus consecuencias en la persona desaparece, ya que la muerte no tiene poder sobre él. Ahora, el hombre es quien tiene el dominio sobre la muerte a causa de su comunión en el amor de Cristo. Ahora es el hombre que puede, disfrutando de plena libertad, de unirse al Reino del Mesías, ya que esta dimensión. Ahora, el odio, el dolor, la inseguridad, el miedo, la desesperación e incluso el anciano asume la maldición de nuestro padre Adán, se puede transformar, sublimada y convertida en el amor, la alegría, la seguridad, la esperanza, la fortaleza y la confianza completa que Dios está con nosotros y nos ama, y nos redimió a todos a la vez porque de la Nueva Alianza, y que se queda con nosotros y glorioso, con el argumento de que el pacto eterno, que es la vida, el amor y la perfección. La fiesta que celebramos es la celebración del amor de Dios por la humanidad y la creación, ya que, "tanto amó Dios al mundo que dio a su Hijo Primogénito, para que todo aquel que en él cree, no se pierda, mas tenga vida eterna "[Jn 3: 14-21]. Celebramos este amor es el remedio contra la muerte y el parámetro absoluto de la vida, y vida en abundancia. Celebre el amor divino que es traída a la luz para nosotros, iluminados por Él, podemos ser luces refulgentes de la comprensión, el perdón, la compasión, la misericordia, la generosidad, la fraternidad ... Pascua es la fiesta del amor, que celebramos esta fiesta en el amor, con el fin de participar plenamente en el banquete de Dios, la boda del Cordero, ahora, se celebra en todo el mundo, aunque es todavía tan lleno de odio, la incomprensión, de la injusticia . Tomemos, por el ejemplo de Cristo, el Cordero Pascual que está muerto por nosotros sin esperar nada de nosotros, sólo por el amor y la luz del amor que celebramos esta fiesta nos perdona, incluidos nosotros, amándonos, para para que podamos ser testigos del amor de Dios para nosotros, y fieles seguidores de su palabra. Con estos pensamientos e invocar sobre todos vosotros la Luz y el Amor de Nuestro Señor Jesucristo y de su Santísima Madre, envío mi abrazo hará todos los amigos Albendín, especialmente a mis hermanos de la Hermandad de Nuestra Señora de Los Dolores. Deo Gratias Et Mariae ¡ José Carlos Lambert de Souza - Brasil. A festa que celebraremos em breve, a Santa Páscoa, não é apenas uma tradição ou costume, é a Festa das festas, o panegírico de amor e, portanto, a indiscutível confirmação da vitória de Deus sobre o domínio da morte e do ódio. Páscoa é a passagem da morte para a vida sem limites, da angústia para a alegria, do cativeiro para a plena libertação, do temporário domínio das trevas para o Reino eterno de Deus e, assim, do ressentimento da queda ao amor da perfeição. Na verdade, todo o homem e toda a criação são regenerados, recriados, vivificados, porque os seus limites criaturais são reconfigurados de acordo com o paradigma de Jesus morto e ressuscitado. Agora, o medo e o desespero do homem frente à morte e suas conseqüências na pessoa desaparecem, uma vez que a morte não tem mais poder sobre ele. Agora, o homem é quem tem o domínio sobre a morte em virtude de sua comunhão no amor de Cristo. Agora é o homem quem pode, desfrutando de plena liberdade, ingressar no Reino do Messias, já nesta dimensão. Agora, o ódio, a dor, a insegurança, o medo e, até mesmo desespero do antigo homem, assumido na maldição de nosso antepassado Adão, pode ser transformado, sublimado e convertido em amor, alegria, segurança, esperança, fortaleza e plena confiança de que Deus está conosco e nos ama, e que nos resgatou de uma só vez em virtude da Nova Aliança, e que permanece conosco e glorioso, sustentando aquela eterna Aliança, que é vida, amor e perfeição. A festa que celebraremos é a celebração do amor de Deus para com a humanidade e a criação, pois, «Tanto amou Deus o mundo que deu o seu Filho Primogênito, para que todo aquele que n’Ele creia não pereça, mas tenha a vida eterna» [Jo 3, 14-21]. Nós celebramos este amor que é o remédio contra a morte e parâmetro absoluto de vida, e vida em abundância. Celebramos o divino amor que se faz luz para que nós, iluminados por Ele, possamos ser luzes refulgentes de compreensão, perdão, compaixão, misericórdia, generosidade, fraternidade... A Páscoa é a Festa do Amor: comemoremos esta festa nesse amor, a fim de participarmos plenamente no banquete de Deus, nas Bodas do Cordeiro que, doravante, é celebrada em todo mundo, apesar de estar ainda tão cheio de ódio, incompreensão, injustiça. Tomemos, pois, o exemplo de Cristo, o Cordeiro Pascal, que é imolado por nós, sem esperar nada de nós, apenas por amor, e à luz deste amor celebremos esta Festa perdoando-nos, compreendendo-nos, amando-nos, para que assim possamos ser testemunhas do amor de Deus por nós, e fiéis seguidores da sua palavra. Com esses pensamentos e invocando sobre todos vós a Luz e o Amor de Nosso Senhor Jesus Cristo e de Sua Santíssima Mãe , envio o meu abraço á todos os amigos de Albendín, em especial aos meus Irmãos da Hermandad de Nuestra Señora de Los Dolores. Deo Gratias Et Mariae ! José Carlos Lambert de Souza – Brasil.